Nzo a Makumba Nzilangolo

Rituais de Macumba

Rituais de Umbanda e Quimbanda abertos à comunidade para trazer amparo ancestral, quebra de demandas, prosperidade e abertura de caminhos. Trabalhos firmados e conduzidos pelos dirigentes do Nzo a Makumba Nzilangolo, família que compreende o Templo de Quimbanda Cova de Tiriri e Maria Padilha e a Tenda Espírita de Umbanda Chão de Jorge.

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O formato

O que é participar de um ritual coletivo

Um propósito único, que cresce junto com a egrégora.

Trabalho coletivo

Macumba é coletividade, comunidade e pertencimento, propósitos unidos num só toque.

Feito no tempo certo

Cada ritual é feito no momento mais propício para potencializar o axé das entregas.

Conduzido pela casa

Você recebe o axé e a força do ritual dentro da sua casa enquanto os dirigentes realizam o trabalho.

Importante: o ritual coletivo traz o axé, mas existem necessidades pessoais que pedem atendimento individual. Se você sentir que precisa de algo mais específico, consulte os dirigentes da casa.

Preparativos

Como se preparar para o toque

Nos dias que antecedem o ritual, os participantes recebem preparos e mirongas opcionais, mas recomendados para uma melhor conexão com a egrégora. Independente dos preparos, a potência do axé recebido é a mesma, porque o trabalho é conduzido pelos dirigentes da casa com afinco e seriedade.

    Manter-se sereno e evitar discussões.

    Seguir as orientações.

    Vestir preto ou branco no dia, conforme a orientação do ritual.

    Acender uma vela branca em local seguro no horário possível.

    Guardar silêncio interno enquanto o toque estiver em curso.

Sobre a Quimbanda

Uma tradição de encruzilhada

Umbanda e Quimbanda são cultos aos espíritos ancestrais que se firmaram no chão brasileiro, cada uma com fundamento próprio e as duas nascidas do mesmo amálgama de matrizes africanas, indígenas e europeias. Na Umbanda respondem os caboclos e pretos-velhos, na Quimbanda o Povo da Encruzilhada. Nossa casa segue sob a direção de Caboclo Rompe-Mato e Caboclo Araribóia, e de Exu Tiriri da Calunga e Pombagira Maria Padilha das Almas.

A porteira está aberta.

Se o chamado veio até aqui, é porque há caminho a percorrer.

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